Os dois lados da moeda

20/05/2009

 

 

=>   A favor

A proposta de um novo modelo de vestibular é um tema que vem sendo tratado com frequência nas últimas semanas. Embora alguns discordem, há quem concorde, como Reynaldo Fernandes, professor titular do Departamento de Economia da USP, em Ribeirão Preto.

O professor, que é muito conceituado, diz que “os países desenvolvidos têm um exame nacional que serve para as universidades realizarem a seleção de alunos. A prática de exames de admissão descentralizados é peculiaridade brasileira”. Ele defende uma forma de avaliação centralizada, no qual o estudante que fizer a prova e alcançar uma nota poderá entrar em qualquer universidade federal no país. Antes o estudante tinha que viajar até a cidade para fazer o vestibular.

 

=> Contra 

O novo método que se pretende utilizar para o vestibular tem sido um assunto recorrente nos órgãos ligados à Educação. Esse assunto tem gerado discussões. Algumas pessoas defendem e outros condenam o novo método.

Por exemplo, Carlos Eduardo Bindi, educador e diretor do Etapa Ensino e Cultura (empresa de pesquisa brasileira), afirma que “o vestibular tem outro grande mérito: o de passar aos jovens a ideia de que, no Brasil, existem processos seletivos sérios e respeitados. Isso pode não ser grande coisa em países escandinavos. Mas, em nosso país, é algo muito, muitíssimo raro. O vestibular não precisa ser atacado. Precisa ser preservado.”.

Dessa forma, ele defende a tese de que o vestibular deve se manter no mesmo formato, e completa: “Nos vestibulares de medicina da Fuvest, Unicamp, Unifesp, Unesp e UFSCar, que têm praticamente os mesmos 10 mil candidatos, encontramos invariavelmente a coincidência dos aprovados. Certamente isso não se deve aos aprovados terem sido treinados com truques e dicas para cada um desses exames. Eles mostraram, isto sim, firmes conhecimentos básicos em todas essas avaliações a que foram submetidos -tivessem a forma de testes ou de questões analíticas.”.


Shattered Glass

13/05/2009
Foto: allposters.com

Foto: allposters.com

 

O filme “Shattered Glass”, produzido em 2003 e dirigido por Billy Ray, baseia-se na história de Stephen Glass, jovem jornalista que trabalhava como redator na “The New Republic”, considerada uma das mais importantes revistas daquela época. Publicada em Washington, era conceituada porque era lida pelo presidente americano, já que tratava de assuntos ligados à política.

No começo do longa metragem, Stephen conta, por meio de seus relatos, que escrevia sobre coisas cotidianas, como quando fez num artigo sobre jovens republicanos que, em uma conferência conservadora, bebiam e se drogavam enquanto conversavam a respeito das idéias.

O sonho de Stephen Glass era trabalhar no jornal “The New York Times” e sempre defendia a idéia de que um bom editor-chefe é aquele que protege os seus encarregados, como fazia Michael, editor-chefe da “The New Republic”.

Um dia, porém, a equipe de redatores abala-se com a demissão de Michael e com a escolha de Chuck Lane para ser seu substituto. Eles não gostaram desse fato, pois Chuck não era um bom redator. De forma contraditória, quando Chuck é promovido, Stephen escreveu sua melhor matéria, intitulada “Hacker’s Heaven”. Essa matéria falava a respeito de um jovem que, ao “hackear” uma empresa, é descoberto mas, ao invés de denunciá-lo, a empresa o contrata. Feliz com a notícia, o jovem vai ao encontro de seus amigos que estão reunidos em uma conferência de hackers em um prédio.

A reportagem foi tão conceituada que um editor da revista concorrente, a “Forbes”, passou a investigar se a matéria tinha embasamento. Ele começou a pedir a Chuck os telefones das pessoas citadas no texto. Chuck vai em busca de Stephen para pedir os números de telefones da mãe do hacker, do empresário e da empresa.

O filme gira em torno dessa disputa dos editores para tentar descobrir se esse fato escrito por Stephen é verídico ou não.

Enquanto os editores da revista concorrente passam noites em claro para descobrir a verdade, Chuck faz com que Stephen o leve a todos os locais citados em sua reportagem. Como toda essa pressão, o jornalista acaba confessando que havia inventado o artigo. Seu editor-chefe e o dono da revista tomam a decisão de afastá-lo.

Lane vai à sala onde ficam estampadas todas as revistas já escritas pelo “The New Republic” durante aquele semestre. Ao ler as matérias de Stephen, ele descobre que muitas outras também foram forjadas. Tentou mostrar a farsa que Stephen era, mas foi rejeitado, porque todos estão a favor de Stephen, pelo fato de ele ser muito querido por todos. Mas Chuck não desistiu e, após muitas insistências de Stephen para voltar, ele o demite.

Assim os outros redatores vão à procura dos artigos escritos em jornais anteriores, para saber se as acusações do editor são verdadeiras ou não. Todos descobrem que Stephen Glass foi uma farsa, pois 27 dos seus 41 artigos foram forjados.

Após sua demissão, Stephen tornou-se escritor e escreveu um livro chamado “The Fabulist” a respeito de sua história .


Ser ou não ser? Eis a questão

12/05/2009
Foto: rosaecarvao.blogspot.com

Foto: rosaecarvao.blogspot.com

 

Ser jornalista é exercer umas das profissões mais difíceis do mercado. Não há um padrão a ser seguido para que se execute a sua O jornalista deve sempre se manter atento a tudo que acontece ao seu redor, o que acontece no mundo. Independente de ser caracterizado, por exemplo, um jornalista esportivo, seu dever é saber sobre economia, política, entre outros, mesmo não sendo especialista.

A respeito de um repórter mentir e subornar fontes para obter informações de interesse público às quais não teria acesso se se identificasse como jornalista, acho que às vezes é necessário fazer alguns esforços para poder levar uma verdade ou não à população. Agora, se ele fizer de forma a vir prejudicar alguém de forma implícita, como por exemplo, pagar uma fonte para descobrir algum deslize de outro colega de profissão, e exibir isso para que ele possa tomar uma vaga em um cargo superior, isso é uma falta de ética na profissão.

O jornalismo pede que algumas vezes você omita que é um repórter para poder arrancar alguma informação sigilosa. Por exemplo, quando um repórter precisa subir um morro na capital carioca, como o Complexo do Alemão, para descobrir de onde vêm as armas que os bandidos usam no cotidiano dentro da favela. Ele não pode chegar dizendo que é repórter de um famoso jornal do Rio de Janeiro, porque senão será expulso do morro. Ou poderá morrer por descobrir o rosto de alguns que vivem essa realidade. Ele deverá omitir qual a sua profissão, por questão de segurança.

Creio que também se deve pensar a respeito de se publicar uma reportagem mesmo sabendo que ela pode prejudicar as pessoas. Essa para mim é a função do jornalista, Toda notícia prejudica um lado, uma pessoa ou algo. E caso o jornalista não faça isso, não teríamos mais mídia, nem jornais. O mundo só saberia das catástrofes por meio de “fofocas”. Mas existe o lado de que se a notícia irá afetar alguém próximo, como um parente, você não deve omiti-la notícia, mas passá-la a um colega, o que não te dará um prestígio. Porém, para alguns, a família é tudo de mais sagrado que possuímos e não devemos quebrar pilares dessa fortaleza. 


Geração Coca-Cola

08/05/2009

 

Foto:gamespot.com

Foto:gamespot.com

 

 

A geração de jovens do século XXI vem se tornando a nova geração Coca-Cola. Porém há uma diferença. Qual seria ela?  Você saberia responder?

A resposta para essa pergunta é simples: o álcool. Hoje os adolescentes têm a mania de inserir no refrigerante, doses elevadas de vodka ou qualquer outro tipo de bebida alcoólica. Isso traz consequências gravíssimas para os jovens, como em muitos casos, o adolescente acaba entrando em coma alcoólico e tem que ir imediatamente a um hospital para tomar glicose. Isso é errado, pois como está previsto em lei, apenas maiores de 18 anos podem ingerir álcool. Pais e responsáveis devem prestar mais atenção em como estão educando seus filhos porque estes atos demonstram a irresponsabilidade na criação dos jovens.

Por que será que nossos jovens têm feito isso? Você saberia responder?


A apresentação do Imperador

08/05/2009
Foto: globoesporte.com

Foto: globoesporte.com

 

Como era de se esperar, a apresentação de Adriano na Sede do Flamengo foi muito badalada. Jornalistas e torcedores disputavam um lugar tanto na sala de imprensa como no campo, porém, segundo o vice-presidente Kléber Leite, “A prioridade é a torcida”.

Na sala de imprensa, o jogador foi diversas vezes perguntado se havia encontrado a felicidade no time de seu coração. E também se a sua estadia na favela poderia atrapalhar sua vida, por ser um indivíduo público. Como é de praxe, Adriano sempre manteve o sorriso no rosto e disse que estava de volta a sua casa, e seu lar é onde ele sempre encontra a alegria.

Já no campo, o Imperador foi recebido por muitos torcedores, alguns até furaram o bloqueio para ficar mais perto do atacante, ídolo da torcida. Gilmar Rinaldi, empresário do atleta, diz ter ficado arrepiado com a recepção que seu jogador teve. E disse que a torcida rubro-negra é incomparável.

Muito tumultuada, a apresentação do jogador frustou alguns torcedores pois durou apenas 15 minutos devido à invasão desses e o assédio dos jornalista. O atacante teve problemas para sair da sede do clube por causa do tumulto. Mas, minutos depois, deixou o local acompanhado por amigos e seguranças.


O Clube do Imperador

07/05/2009
Foto: globoesporte.com.br

Foto: globoesporte.com.br

O jogador Adriano, conhecido como Imperador na mídia, nunca escondeu que o seu clube de coração é o Clube de Regatas Flamengo. Após rescindir de forma amigável seu contrato com o Inter de Milão – ITA, alegando que havia perdido a alegria de jogar na Itália, não escondeu a vontade de querer atuar pelo seu time de infância. Ao saber dessa notícia, o vice-presidente do Flamengo, Kleber Leite, já começou a se movimentar para contratar o jogador.

 

Nessa quarta-feira, dia 6 de maio, o site oficial do Flamengo confirmou a contratação do jogador para a disputa do campeonato brasileiro. A apresentação para a imprensa será hoje, quinta-feira, às 15h na Gávea. O departamento de marketing já preparou várias ações como camisas comemorativas, escolha do número da camisa do imperador pela torcida, entre outros. A torcida verá Adriano apenas às 16h30m, da mesma forma como o Corinthians apresentou Ronaldo.

 

A torcida espera para ver como será o ano do Adriano no Flamengo, pois sua carreira é marcada por várias polêmicas e atos de indisciplina.


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